terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Quantos Pais Natal existem?

Se havia coisa que me intrigava em miúda, quando ainda acreditava e queria acreditar no Pai Natal, era o facto de existirem por aí (na televisão, no shopping, à porta das lojas) uns quantos Pais Natal diferentes. Não me viessem com tretas, as barbas eram diferentes! Umas mais esticadinhas, outras mais enroladinhas, além de que o traje, tantas vezes, era ligeiramente diferente (mas isso ele fazia muito bem em mudar de roupa, pensava eu).  


Depois de me tentarem enrolar com umas quantas explicações pouco convincentes, arranjei eu própria a minha explicação. Pensei: não há a Fátima (Nossa Senhora de...), a Agonia (Nossa Senhora da...), a Maria e não são todas a mesma? Então, o Pai Natal também é sempre o mesmo, mas para poder chegar a todo o lado também se multiplica (claro está, como é que é possível ir a todas as casas do Mundo numa só noite?!). Não percebia completamente este mecanismo de multiplicação, mas assumi que um seria o chefe (aquele da Lapónia que apareceu uma vez no telejornal!) e o resto eram os sócios... Miúda esperta, hum? 

18 comentários:

  1. LOOOL Ser criança é mesmo fantástico.
    Beijoca para ti, colega.

    ResponderEliminar
  2. Eu questinova-me sempre como conseguia ele passar com caixas tão grandes pela chaminé. Depois pensei, deve fazer algum tipo de magia para encolher as prendas e depois volta a fazer magia para as colocar novamente no tamanho normal.

    Mentes brilhantes, estas nossas.

    ResponderEliminar
  3. Isso é que era imaginação! Eu acreditava piamente que o meu passava no exaustor! lol

    ResponderEliminar
  4. Muito á frente...lol. Confesso que foi a explicaçao mais genial que li. Eheh. *

    ResponderEliminar
  5. O meu problema era outro.
    Se eu não tenho chaminé como é que o dito cujo entra?
    Escusado será dizer que uma vez obriguei os meus pais a deixarem a porta aberta, coitados.

    ResponderEliminar
  6. Claro está! São clones de Pais Natais que se multiplicam por esse mundo fora :D

    ResponderEliminar
  7. Eu comecei a desconfiar do pai natal uma vez que lhe escrevi a carta e a deixei no parapeito da janela. Mais tarde a minha mãe perguntou se ela ainda lá estava. Fui espreitar e fui-lhe dizer que ainda lá estava. A minha mãe disse-me para voltar a ir lá ver, e olha... puff desapareceu. E comecei a pensar: a janela está fechada, a persiana também, a porta também estava fechada, logo ninguém tinha entrado sem fazer barulho e ao lado da janela estava o meu pai. Fiquei intrigada com tudo aquilo, mas não contei nada a ninguém. Queria era receber os presentes, queria lá saber se era o pai natal que os trazia ou não xD

    ResponderEliminar
  8. Ahah quando se é miúdo tem-se uma imaginação incrível ;)

    ResponderEliminar
  9. Eu quando era pequenino contava a toda a gente que o pai natal não existia... só mesmo pq era parvinho... =D (tenho peso na consciência)

    ResponderEliminar
  10. Nunca acreditei muito nisso do Pai Natal... Nunca fui muito com essa história. (Agradecimento para ti no meu blogue ;D)

    ResponderEliminar
  11. Ahahahah!!! fantástico! miúda esperta! arranjaste uma teoria muito plausível para essa situação. e de facto...tem tudo para funcionar...o chefe manda lá da lapónia...os outros lacaios entregam as prendas!!

    ResponderEliminar
  12. Esse é simplesmente uma delícia ;)

    ResponderEliminar
  13. Eu fui mais prática, disseram-me sempre que não havia pais natais, nem nada das outras coisas... pelo que desde novinha soube que os meus pais é que me davam as prendas :)

    ResponderEliminar
  14. tens que espreitar,
    Obrigada pelo comentario.

    beijoka

    ResponderEliminar

Não resisto às novidades do Mundo Lá Fora. Contem-me tudo, tudinho!