quinta-feira, 29 de março de 2012

A super-ocupação escolhida

Tenho para mim que os meus dias não têm tido 24 horas. E não digo isto levianamente como quem se queixa de ter uma vida super ocupada, ai tão importante que eu sou! Tenho uma vida super ocupada porque assim a tenho escolhido. Ontem o meu dia resumiu-se a um intervalo de meia-hora para almoçar - um almoço que me soube maravilhosamente apesar de geralmente detestar fazer refeições sozinha - duas horas para jantar e, de resto, houve sempre ocupação das 8 às 23 horas e muitos minutos. Mas digo especialmente que os meus dias não têm tido 24 horas porque, quando estou a falar com alguém, dou por mim a reportar-me a coisas que chego à conclusão que aconteceram ontem como se tivessem acontecido há uma semana atrás.  Com isto, sobra uma reflexão pertinente: sei que às vezes tenho que parar mais, porque a bateria qualquer dia dá o tilt por excesso de atividade, e em vez de crescer e de me enriquecer, como espero e como proclamo estar a acontecer, posso estar a viver muita coisa que não pára verdadeiramente em mim - corre à minha frente. E sei que uma vida também não se faz a correr...


6 comentários:

  1. É isso mesmo. Eu deveria fazer o mesmo!...

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  2. é tão verdade.. tenho tanto medo de isto me estar a acontecer!

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  3. por um lado até é bom... é sinal que temos uma vida cheia :) mas sim, há dias que devia ter o dobro do tempo

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  4. eu não faço um chavo (ou melhor... não faço nada de produtivo!) e acho que o tempo é curto quanto mais para ti que realmente fazes coisas úteis...

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  5. também tens que parar um bocadinho pra dares conta do que se anda a passar!

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  6. há momentos em que é bom estar sempre ocupada, falo por mim, quando começo a pensar naquilo que não deva!
    beijinhos

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