A apresentar mensagens correspondentes à consulta despedida de solteira ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta despedida de solteira ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

domingo, 4 de setembro de 2011

Tanga verde fluorescente, are you kidding me?

Boxer com uma teia de aranha desenhada à frente, estás a brincar comigo?
Nenhum pêlo à vista, estás a brincar comigo?
Com movimentos copulares sentado ao colo das noivas, estás a brincar comigo?
Aquilo não era um homem, era um boneco. Um boneco a quem pagaram para estar umas horas sem fazer nada, sentado, e que, no fim, fez um strip supostamente cómico.Quer dizer, não foi bem sentado sem fazer nada, mas serviu exactamente de boneco para que as noivas fizessem tarefas encomendadas pelas amigas (e.g., fazer, com uma caneta na boca, uma tatuagem no peito do stripper; passar uma colher por dentro das calças do stripper entrando no fundo da perna direita e saindo pela outra). Basicamente, esteve ali ele a divertir-se entre uma loira e uma morena e ainda condicionava as tarefas encomendadas pelas amigas - ai não sou eu a fazer, são elas. Um tímido. E tanto ouviu que era tímido que na segunda parte do espectáculo (o strip), com medo de não ser pago, para mim, abusou ao despir a tanga colado ao colo de uma noiva. Quando for noiva fujo a sete pés de uma experiência semelhante. Mas pronto, nada de acessórios ridículos, o jantar foi tranquilo.

A seguir a saída foi maravilhosa. Um barzinho pequenino, na Praça do Peixe em Aveiro, com músicas fabulosas para um grupo de raparigas fazer a festa (e.g., Life is Life, Breakfast at Tiffany's, Sit Down (James), Just Girls (Amarguinhas), Cão Muito Mau, etc, até Eddie Vedder passou!), fez a noite valer tudo para mim que adoro dançar. E pronto, não precisei de pilinhas portáteis para me divertir muito. 

Quanto ao traje oficial, as noivas (era uma despedida de solteira em conjunto de duas amigas) tinham uma t-shirt personalizada e as restantes amigas iam de top preto e lacinho vermelho no mesmo. Este pormenor espectacular de existir roupa pré-definida que me pouparia horas a escolher roupa, nem assim evitou que fosse naturalmente complicada: vesti e despi três pares de calças de ganga até me decidir por umas. Para outras propostas, no sítio onde fomos jantar havia mais dois grupos em despedida de solteira. Um grupo também levava tops todos iguais, mas em amarelo e com crachás "Amiga da Noiva" ou "A Noiva". No outro grupo não havia traje oficial, mas a noiva levava um vestido fabuloso branco rendado da cabeça até aos pés. Recomendadíssimo. Na zona do bar passei ainda por uma noivinha trajada de gata borrelheira.

Hoje estou absolutamente KO a arrastar-me por entre um relatório cuja primeira versão para uma revisão rápida terá de seguir por e-mail no máximo quinta-feira à noite. Vai correr tudo bem!

domingo, 3 de julho de 2011

Mary Jane e as reflexões profundas

Ontem fui ver a Ressaca, parte II, para descontrair. E tudo o que envolve despedidas de solteiro(a) é coisa para me deixar sempre em processos de reflexão profundíssimos do que eu espero que seja a minha. Há despedidas de solteiro(a) que me assustam verdadeiramente. As coisas que deixam a maioria das pessoas em histeria e no cúmulo da diversão eram coisas para me deixar à beira de um ataque de nervos ou de tédio ou que porcaria é esta?  E não digo isto com base nas despedidas de solteiro que vejo em filmes, mas com base nas história de despedidas de solteiro das irmãs mais velhas das minhas amigas que vão passando por mim. Há coisas em relação às quais sou muito pudica. Ora vejamos:

- Ter um homem semi-nu ou em nu integral que nunca vi na vida e com um ar oleado e estranho a roçar-se em mim? Passo.
- Comer biscoitinhos em forma de pilinha? Passo. 
- Beber por um biberão em forma de pilinha? Passo.
- Usar um colar em forma de pila? Passo.
Resultado: ou me drogam, como no filme, ou se na minha imaginada despedida de solteira alguém ousa fazer uma destas coisas, vai sair tudo furado.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Os distractores acusam-se!

Eis uma lista de coisas que hoje me ocorreram pesquisar/fazer/ver enquanto devia estar a trabalhar concentrada [atenção que ainda assim trabelhei! - edit depois do comentário da Nokas :)]:
- Ver se está calor no fim-de-semana;
- Averiguar se o exame do R. já foi marcado;
- Actualizar o e-mail pessoal, actualizar o e-mail da faculdade, ver o e-mail do blog, just in case;
- Pesquisar exercícios anti-celulite;
-
Ver actualizações de blogs (moderadamente!);
- Escrever na agenda as coisas que tenho de fazer hoje;
- Pensar nos meus planos e projectos pós-curso;
- Conversar com a mana (enquanto trabalho, sendo que não sou multitarefa!) sobre as peripécias do pilrete, sobre a despedida de solteira que se avizinha, sobre conflitos entre amigas, etc, etc, etc;
- Apreciar o andamento das obras em casa dos meus vizinhos.

(Um cérebro tão produtivozinho e só isto? Faltou dizer que, em consequência deste exercício de inibição dos meus impulsos, mas mantendo o blogger aberto agendei posts para uma semana)

sábado, 3 de setembro de 2011

Vou à minha primeira despedida de solteira

E, como sabem, tenho algumas reticências em relação a este tipo de festas. Nem sei se estou entusiasmada ou se não estou. Para já, a única coisa que sei é que vamos jantar a um sítio onde nunca fui, que a seguir iremos para um bar/discoteca e que vamos todas vestidas de igual: nada problemático e até pode ser engraçado, sobretudo tendo em conta que na farda combinada não há adereços ridículos. Amanhã conto-vos qual foi a farda, pois dada a possibilidade de me fazer acompanhar dos tais acessórios ridículos, há que manter o secretismo não vá encontrar um qualquer leitor esta noite que me identificaria imediatamente em figuras impróprias. 

Uma coisa assim é que era, mas não vai ter nada a ver...