domingo, 13 de fevereiro de 2011

Handwritten Letters #2

A próxima caligrafia é da Joana. Da Joana que tem sempre layouts cobiçadíssimos. Da Joana que gosta de fotografia. Da Joana que estuda Engenharia Biomédica. Da Joana que gosta de Matemática. Da Joana determinada. Da Joana que persegue sonhos.

Da Joana que fez com que sabotasse as regras deste desafio (ah, malandra!).

Combinei que publicaria as vossas caligrafias de acordo com a ordem de recepção. Mas, neste caso, a ordem do dia fez com que alterasse os meus planos. De facto, a Joana apresenta-nos os seus planos para o Dia dos Namorados (mais um bónus, a sua mão!). Se ainda não sabem o que fazer, roubem-lhe algumas ideias. Já agora, Joana, vai chover. Temos que reunir a nossa força para fazer a dança do sol e ver se ele vem para  salvar os nossos planos. Os teus para segunda-feira, e os meus para o fim-de-semana...

Ampliado fica muito melhor.
Também, espero que a tua agenda não tenha este ar tão bonitinho todos os dias, ou entro já em depressão, perante o caos que é a minha :D

P.S. --» Para quem ainda quer participar, está tudo aqui.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Crónicas pré-viagem #4

 É já no próximo fim-de-semana que rumo a Paris e tenho uma mensagem importante a difundir:

Messieurs ou dames de la météorologie, laissez-moi savoir que ce n'est pas correct! Ou me donner comme une mauvaise chose ... Je vous préviens: n'aime pas la pluie. Alors s'il vous plaît si vous mettez un bon soleil pour moi. Pas plus qu'une question de temps, c'est tout.
Falta dizer que para segunda-feira também dá chuva. Mas tinha que fazer outro print screen para mostrar e é chato e tal...
Isto é (a melhor tradução que o Google Tradutor fez de):

Senhores ou senhoras da meteorologia, digam-me já que isto não está correcto! Ou dá-me já uma coisinha má... Eu estou a avisar: não gosto de chuva. Por isso, é favor que se ponha um sol bom para mim. Sem mais assunto de momento, estamos conversados.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Das leituras fascinantes...

... do meu curso fascinante.

Todas as crianças têm direito a tentarem manter-se acordadas até tarde numa noite de Verão, na esperança de verem uma estrela cadente e pedirem três desejos (a justiça devia fazer acontecer sempre pelo menos um).
(...)
Todas as crianças têm direito a imaginar o que vão querer fazer quando forem grandes (habitualmente coisas extravagantes) e a perguntar aos adultos «o que queres ser quando fores pequenino?».
(...)
Todas as crianças têm direito a ter um boneco de peluche preferido, especialmente quando velho, já lavado e mesmo com um olho a menos.

Todas as crianças (especialmente se já adolescentes) têm direito a usar os ténis preferidos, mesmo que rotos e com cheiro tóxico.

Todas as crianças têm direito a poder tomar banho sozinhas e a experimentar mergulhar na banheira contando o tempo que aguentam sem respirar.
Todas as crianças têm direito a jogar aos polícias e ladrões, preferindo inevitavelmente serem ladrões.
(...)
Todas as crianças têm direito a acreditar que têm um adulto que olha por elas e as ama sem condição prévia (nem que seja o Nosso Senhor)

Todas as crianças têm direito a viver felizes e a ter paz nos seus pensamentos e sentimentos.

In Crescer Vazio, Pedro Stecht


E é mesmo isto que quero e espero para todos os meus mini-clientes (e para os grandes também). Mais do que querer e esperar é para isto que eu me desfaço em mil todos os dias.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

À moda antiga ainda sabe melhor!

Tenho recebido várias participações ao desafio Handwritten Letters e muito feliz estou eu por isso. Mas hoje, recebi uma participação extraordinária: a do MRPereira. Levou o desafio tão a sério que desde logo se propôs a enviar-me uma carta à antiga, por correio. Tudo prosseguiu no maior secretismo: eu enviei uma morada sem nome, ele enviou o nome, sem morada. E foi espectacular! Já não me lembrava do que era esperar ansiosamente por uma carta. E eu tive este hábito: quando estava na escola primária correspondia-me, durante o Verão, com as amigas e cada carta recebida era aguardada na maior das expectativas; cada carta enviada era redigida, composta e decorada de modo a superar a originalidade da anterior.

smileinthesunshinexo.tumblr.com
Hoje matei saudade das cartas à antiga e foi bom ver como um blog pode dizer tanto de nós e como há seguidores com imensa capacidade de nos surpreender. Obrigada MRPereira!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Mary Jane e as tartarugas

Ao meu ritmo de trabalho desconfio que numa vida anterior tenha sido uma pequena tartaruga... E depois os relatórios acumulam, acumulam, acumulam... e não por falta de trabalho! Estou horas a fio a olhar para os meus casos, todos tão lindos, tão únicos, tão meus... Até me doem as cruzes (como diria a minha avó) de estar tanto tempo sentada ao computador. Mas o bom da coisa é que mesmo que demore horas a fio a fazer qualquer coisinha, o feedback tem sido positivo, muito positivo e eu gosto muito :D

Edit 1: Eu não procrastino (só às vezes, vá): quando digo que olho para os meus casos, trabalho mesmo sobre eles. A questão é que sou mesmo leeennnnta. Mas farto-me de trabalhar ;)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mary Jane e o chá

Eu não gosto de chá e é uma pena, por três bons motivos:
1) as casas de chá estão na moda;
2) dizem que toda a senhora fina deve gostar de chá;
3) há uma multiplicidade de sabores e feitios desses mesmo chá sendo provavelmente a bebida com mais potencial criativo!


Analisando a situação acho que tudo se deve a um trauma de infância. Na escola, quando uma criança se sentia febril, era costume mandarem-na até à cantina, na companhia de uma funcionária, para pedir um chá. Tanto assisti a esta prática, que um dia, encontrando-me eu relativamente febril, mas fundamentalmente com vontade de escapar a uma professora menos simpática, decidi que ia ter o meu momento de chá. E foi horrível: uma chávena cheia até às bordas, a ferver, a cheirar e a saber a velho. Estive uns 10 minutos para conseguir engolir 1 cm de chá  que me fervia na língua a cada tentativa e para conseguir dizer que não queria mais e que afinal o chá de que estava tão necessitada não me ajudava em nada e que preferia voltar para a professora chata... Decidi, então, que eu e o chá não éramos compatíveis e de todas as vezes que, ao longo dos anos, dei o benefício da dúvida, nunca nos reconciliamos.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Handwritten Letters #1

Eis a primeira entrada ao desafio Handwritten Letters. Ela é uma trabalhadora competentíssima e incansável. Estaria certamente no topo da minha lista de preferências quanto a bloggers com quem trabalhar. No meio desta azáfama toda, ela ainda arranja tempo para ver filmes de animação com a filhota e está sempre actualizadíssima. É também gabada pelo seu imenso talento para organizar festas, nomeadamente de passagem de ano, e adora viajar. O próximo destino (estou eu a torcer por isso) será Londres. Eis a caligrafia da Marta:


P.S. --» Já recebi outras participações. Vão ficando disponíveis semanalmente, para que cada autor tenha o devido destaque! Se ainda não participaste, consulta o post original e envia-me a tua obra de arte :)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Dramas femininos

Entrei com o cabelo quase a chegar ao rabo, rebelde e maravilhoso, como amo e venero. Tipo isto, mas sem a franja:


Graças a uma distracção, por estar na conversa com uma senhora ao meu lado em pleno acto de tosquia, saí com o cabelo um bocadinho abaixo do ombros. Estilo isto:


E não fiz nenhum drama! 

Conclusão, se restarem dúvidas e ainda não tiverem chegado lá: sou a maior.

P.S. --» Farei o drama, o horror, a tragédia e tudo o mais, quando ele estiver no seu estado selvagem natural e não assim quase que passado a ferro... Me aguardem...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A música é perigosa

Em continuação do assunto de ontem, qual Bruno Mars? Qual Just the way you are, aka, deixa-te-estar-como-estás? Não tenho ódio de estimação ao rapaz, como julgam, mas para mim peço elogios mais singulares. Por exemplo: és pequeno-almoço na cama! Gosto de como esta música me transporta. Quase como se ganhasse vida própria. Quase como se  fosse possível sentir química e empatia com uma música. Apaixonava-me imediatamente com esta música sussurrada ao meu ouvido...

California, dancing in the ocean
How I love you, better with some lotion
Sun is always shining.
No one compares to you.

Sidney baby, young and like a flower

How I want you, give me just an hour.
You seem like an angel.
No one compares to you.

You're the best book I ever read.

You're the smartest thing I ever said.
You're breakfast in bed.

When in Norway you can do me more ways

Than any other you treat me like a mother loves her baby
Baby, do I do it for you?
Oh, 'cause all I ever wanted, baby, was baby to do it for you.

You're the best dream in my head.

You're my calm thought when I see red.
You're better than punk rock cred.

You're breakfast in bed.

You're breakfast in bed.
You're breakfast in bed.

Wanna please you, wanna Japanese you

How I need you, dress you up and feed you.
Love you like a daddy loves his baby, baby do it for me.

You're the fastest race I ever led.

You're the finest bride I'll ever wed.
You're the skin I never wanna shed.

You're breakfast in bed.

You're breakfast in bed.
You're breakfast in bed. 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Bruno Mars - anatomia de um pop star

Quer-se dizer, não é bem uma anatomia, mas não é difícil explicar o fenómeno deste artista junto do mulherio. Vejamos tendo como pano de fundo o clip Just the way you are...

Bruno Mars

O chapéu dizem que é da moda...
O bronzeado, pronto, é da moda...
O traje, para alguns, é da moda...
Os ouros, os "anéles" e os colares, não há volta a dar, são da pseudo-moda...
A batida parece que é da moda...
O perfil subtil de sedutor (faz de conta que esta pose não é nada ensaiada) dita a moda...  
A letra quase que passa por ser da moda: tem aquilo que qualquer mulher ambiciona ouvir quando está no cúmulo da paixão - que o mundo pára perante nós (a música tem isto, procurem preguiçosos!) e principalmente esta partinha que nos faz sentir raínhas do mundo "When I see your face/There's not a thing that I would change/Cause you're amazing/Just the way you are".

Longe do cúmulo da paixão, grande parte da letra é apenas uma boa colecção de "cantadas foleiras", "Oh her eyes, her eyes/ Make the stars look like they're not shining". Além disso, "Estás tão bem como estás!", o grande mote do tema, é só o que grande parte dos homens diz  depois de perguntarmos 20 opiniões, mudarmos 5 vezes de roupa e testarmos 2 maquilhagens. Ele próprio diz isso na música: decide-te e não incomodes mais! (So don't even bother asking If you look okay). E pronto, todo o conteúdo fantástico da música é só este.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Maresia, minha alegria...


















Créditos fotografia: Moi-meme
Créditos de edição: Je, moi
Música de inspiração: Seaside - The Kooks

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Antecipação do dia de ajustar contas

Amanhã vai ser dia de ajustar contas no estágio, contas qualitativas... Vou ter algum feedback acerca do meu desempenho nestes primeiros tempos, o primeiro momento formal de avaliação. Já fiz uma auto-avaliação e já não me lembrava de como é difícil olharmos para nós próprios. Principalmente quando não há testes, nem coisas do género para nos apontar um número, numa escala de 0 a 5 ou 0 a 20. Identificar os meus pontos fortes e fracos ao longo destes primeiros tempos foi um exercício difícil. Agora, vamos lá ver o que a minha mestra tem para me dizer. Wish me luck!


P.S. --» Já somos 200 aqui! E tão lindinhos! Isto é um bom presságio! Agora livrem-se de me "des-seguir" só para desejar que eu tenha um dia catastrófico.