terça-feira, 15 de março de 2011

Handwritten Letters #6

Por motivos de força maior, este post vem bem mais tarde do que o previsto, mas cá está!

Ela é dona do Live, Love, Laugh e até já estava na blogosfera há mais tempo do que eu, mas é declarado, eu adoptei-a. Adoptei-a a partir do momento em que soube que ela estava prestes a começar um (per)curso que eu estava (e estou) quase, quase a terminar. Acompanhei a expectativa, as emoções crescentes, o sabor tão agradável da conquista - entrada no curso desejado no local tão desejado, no mesmo local onde eu fiz o meu - e as aventuras que se seguiram sempre tendo como pano de fundo a minha própria experiência. E que doce viagem foi! E que doce viagem continua a ser. A M. é uma menina simples, apaixonada (forma um daqueles casalinhos que provoca comichão a todos os solteiros), (des)complicada, que tanto dá um abraço como diz um palavrão se for preciso. E o blog dela é tudo isto. A cartinha que ela me enviou para o famoso Handwritten Letters? Uma perdição... Saber que as minhas palavras vos dizem alguma coisa e que às vezes ficam convosco é fantástico! Olhem só que coisa mais linda, mais cheia de graça:

sábado, 12 de março de 2011

A vida aos 23 anos

Hmm, pensar que já vou para os 23 também me assusta, sabes?  

Sobretudo porque ainda não dormi na praia, não rebolei na relva molhada a meio da noite, não improvisei uma festa no meio de uma aldeia abandonada, não fui a um festival de Verão, não percorri Portugal de uma ponta à outra sem destino como um dia sonhei, e não fiz uma data de coisas  mais ou menos malucas que ainda gostava de fazer e tenho medo que daqui em diante, com um curso prestes a terminar, as coisas se tornem demasiado sérias e seja como o anúncio do Sumol: acordo e dou por mim a sentir-me velha e cansada e sem vontade de fazer nada! Mas essa mesma vontade é minha e sou eu. Portanto, acho que não importam os números, importa a nossa vontade, a nossa cabeça, a nossa criança que não morre: festivais de Verão, meus queridos, tem de ser este ano!


longsweetsummer.tumblr.com
Adaptado de um comentário que fiz neste post da querídissima Joana

sexta-feira, 11 de março de 2011

Receita para uma sexta-feira perfeita


Era só mesmo preciso abrir a agenda e vê-la vazia para ser um dia, ou final de dia, perfeito. A partir daí, tinha duas opções:

1) pensava em todo o rol de possibilidades que uma pessoa normal considera à sexta à noite (ir ao cinema, ir a um barzinho com os amigos, ir comer um gelado porque já apetece Primavera e Verão, ficar em casa a consumir séries em série,...);
2) ficava a morrer de pasmo enquanto pensava plácida e candidamente "Oh! Não tenho nada para fazer!" e apreciava esta magnífica sensação.

Mas... como os ingredientes não estão reunidos, cabe-me a mim fazer esta omelete sem ovos. E a melhor forma de tornar esta sexta-feira perfeita é despachar a maior quantidade de trabalho o melhor e o mais rapidamente possível. Qual geração rasca? Vão ver como arregaço as mangas que é uma beleza.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Para os curiosos...

Eis a Jessie (muito camuflada). Observem a cor do meu cabelo.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Sobre o Carnaval...

... enquanto não arranjo as fotos para vos mostrar as minhas mais belas figuras, resta dizer que hoje fiquei profundamente chocada quando ao abrir o blog vejo que escrevi um post intitulado "Perparativos etc etc etc". Per, per, per? Como é que eu fiz isto? Aiiiii. Estou a precisar de férias, vou para a ilha... Preparativos, mulher!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Preparativos de Carnaval à ultima hora

O pior que pode acontecer quando se fazem preparativos à última hora e especialmente quando, sem tempo, pedem a alguém que faça às coisas por vocês é:

[x] comprar um chapéu preto e tinta vermelha para pintar o mesmo numa loja de chineses.

Veredicto: o chapéu era realmente preto, mas a tinta era cor-de-rosa. 

O melhor que pode acontecer quando se fazem preparativos à última hora é:

[x] ter uma rede social sempre pronta para primeiros socorros. 

Veredicto: Valeu-me um pai com uma garagem sempre composta onde havia uma lata antiga de tinta realmente vermelha. Mais! Valeu-me a boa vontade de um pai que andou o fim-de-semana a resmungar "Havia de chover picaretas!" ou "Havia de vir uma chuvada que varresse toda a gente" e depois andou a pintar todo o belo chapelinho de vermelho. Papás, papás :)


domingo, 6 de março de 2011

Handwritten Letters #5

Invejo a Jo, porque troca palavras sobre vernizes e maquilhagem como não me imagino fazer.
Se calhar por ter a mania que tenho tanto para fazer que cuidar mais aprimoradamente de mim é um luxo. 
Se calhar porque só comecei a usar base este ano (nos dias de estágio) e além da base ponho só um bocadinho de rímel quando vou sair - sim, em termos de maquilhagem sou uma imberbe (excepção feita aos jantares de gala e afins em que alguém faz o trabalho por mim e me põe com tudo). 
Se calhar porque nunca pintei as unhas de fio à pavio a mim própria: adoro vê-las pintadas, mas só estão assim quando alguém faz o trabalho por mim. 
Mas adoro ver uma mulher impecável e vejo na Jo uma mulher assim: uma mulher que cuida cada pormenor, desde a cor da cueca à perfeição do desenho da sobrancelha. Ah, e claro, tem sempre sugestões de looks onde o bom gosto não falha!


Cá está a letra. Até a escrever rápido, em apontamentos de aulas, está tudo impecável. Os meus apontamentos de aulas eram caóticos e monocromáticos!

sábado, 5 de março de 2011

Take me back to the start


No one ever said it would be this hard
Aww take me back to the start


É que ser estagiária de Psicologia é mesmo isto. 
Dias maravilhosos e aprendizagens a cada dia que passa, mas depois também...
Dias duríssimos. 
Dias em que questionamos se estamos a ser o melhor que podemos... 
Dias em que pensamos se estamos a fazer o melhor que podemos...
Dias em que não sabemos simplesmente. 
Pior que isso, dias em que temos muitas dúvidas.
Dias em que a dúvida magoa.
Dias em que preferiamos voltar ao início, ao imaculado, ao intocado, onde não existiam as dúvidas, a incerteza, o medo do erro e tudo era um caminho limpo e aberto.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Surpresas...

Faço 6 anos de namoro em breve.  Aqueles tantos anos que parece que já fizemos tudo, já demos tudo, já surpreendemos tudo. Já foram tantas cartas, montagens fotográficas, filmes, velinhas e decoraçõezinhas aqui e acolá, enfim, vocês sabem... Mas são, ao mesmo tempo, aqueles tantos que merecem tudo, que renovemos tudo, que se surpreenda em tudo.

Por isso, meus queridos, ajudem-me. Venham daí essas sugestões de pequenos recuerdos para bolsas modestas (que a viagem a Paris levou-me a banca rota), sugestões de surpresas, sugestões de programas no Porto, eventualmente sítios para um jantar. Sou toda ouvidos (ou olhos!). Contem-me lá o que já fizeram!

Uma caixa com 6 ovos kinder?

quarta-feira, 2 de março de 2011

Ai que eu sou tão psi!

Uma pessoa descobre que é psi, mas tão psi, mas tão psi, que até na missa, uma missa aliás à semana, em que vai por plena devoção e não obrigação, durante a leitura dá por si a analisar psicologicamente as personagens descritas (em termos de confiança/desconfiança; visão do mundo e eteceteras), a antecipar as suas acções futuras e vê as suas hipóteses a serem corroboradas à medida que a leitura vai avançando.

terça-feira, 1 de março de 2011

A maior desilusão de Paris chama-se Mona

Mona Lisa.

Uma pessoa vai ao Louvre convicta de que vai ser percorrida de sensações e que o mundo vai cair aos seus pés quando avistar a Mona Lisa, mas, depois de abrir a boca tanto quanto pode perante as grandiosas (em termos artísticos e de dimensão) obras de arte que se vão espalhando pelas tantas salas desse fantástico museu de arte, quando chega perto da Mona a única coisa que acontece é... fechar a boca. 

Mona, és tu? Estão a brincar comigo!  

Mona Lisa. E aqui o perímetro de segurança até parece curto.
Para mim, que não percebo nada de arte e desde já perdoeem-me os críticos, a Mona Lisa é só o retrato de uma senhora, ainda para mais enfiado num polibã, ainda para mais-mais com direito a perímetro de segurança e ainda para mais-mais-mais com direito a paparazzis*!

* Tokyo people, estão por todo o lado e não arredavam pé.