Tenho a declarar que executei uma missão de salvamento extremamente complexa. Estava eu a desfrutar do calor maravilhoso que finalmente veio reaquecer os corpos de quem está mais no cimo de Portugal quando vejo 4 seres vivos a debaterem-se na água. Apresentavam o corpo a tremelicar e palpitante sugerindo que, em segundos, esta luta entre a vida e a morte teria um vencedor dramático. Percebo a necessidade de agir para inverter os dados. Eis que agarro no meu chinelo e faço os bichos subirem para o mesmo, um de cada vez. Sim, que eram bichos ferozes - abelhas - que com o pânico bem que eram capazes de me deixar marca. Pousadas ali na beira da piscina fico por perto a observar os primeiros passos, a preparação das asas e, finalmente, os pequenos voos que darão origem a longos voos.
Salvei-as e lá por serem abelhas, sendo que temi a probabilidade de elas voarem em ataque na minha direccção julgando que teria sido eu a provocar tal calamidade (na verdade em miúda corri atrás de uma vespa de vassoura e depois fui picada), a verdade é que são mão-de-obra útil e barata que justifica o salvamento. Além de tudo, a natureza é justa, portanto vou aguardar. Amanhã já sei que vou ter oferendas várias das abelhinhas à minha janela.
Salvei-as e lá por serem abelhas, sendo que temi a probabilidade de elas voarem em ataque na minha direccção julgando que teria sido eu a provocar tal calamidade (na verdade em miúda corri atrás de uma vespa de vassoura e depois fui picada), a verdade é que são mão-de-obra útil e barata que justifica o salvamento. Além de tudo, a natureza é justa, portanto vou aguardar. Amanhã já sei que vou ter oferendas várias das abelhinhas à minha janela.
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| Chama-se Nomadinae a que eu salvei, diz o google |








